Tratamentos para o Ceratocone

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Tratamento para o Ceratocone

O diagnóstico de ceratocone provoca grande ansiedade nos pacientes. Mesmo que não exista cura, é possível fazer um controle da doença. Há algumas alternativas disponíveis para tratamento de ceratocone, que serão aplicadas conforme nível de evolução do problema ocular:

Saiba mais informações sobre esses tratamentos:

Óculos de grau

O acessório é indicado para correção visual. As lentes ajudam o paciente a enxergar melhor e manter uma boa qualidade de vida. Normalmente é a primeira abordagem para tratamento de ceratocone (casos mais iniciais).

Lentes de Contato

Quando os óculos não conseguem mais corrigir a visão de maneira satisfatória, são adotadas as lente de contato rígidas. Normalmente, o que causa a dificuldade de visão é a irregularidade na córnea, que faz os raios refratarem as imagens de maneira incorreta nos olhos. Com os óculos é possível melhorar a visão, mas não as irregularidades corneanas. É por isso que as lentes de contato podem ser mais adequadas: elas se adaptam às irregularidades da córnea e oferecem melhor qualidade de correção.

Essas lentes podem ser rígidas ou gelatinosas. É preciso passar por um delicado processo de adaptação até que se decida o melhor tipo de lente.

Anel de Ferrara

Quando o paciente já não se adapta ao uso de óculos e nem de lentes de contato, o Anel de Ferrara é considerado como possibilidade para tratamento de ceratocone. Esse tratamento consiste na implantação de pequenos anéis na área central da córnea, com o objetivo de regularizá-la.

 

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Paciente com Anel de Ferrara

Crosslinking

Este outro tratamento consiste na aplicação de uma substância que reage com a luz UVA: a Riboflavina. Este procedimento é adotado quando há indícios de que o ceratocone possa evoluir muito rapidamente. A substância torna a córnea mais rígida, controlando o ceratocone.

 

Saiba tudo detalhado sobre o Ceratocone:

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Transplante de Córnea

Transplante Lamelar

O primeiro órgão a ser transplantado com sucesso na história da medicina foi a córnea. O mérito coube ao oftalmologista austríaco Edward Zirm, em 1905. Embora a cirurgia tenha registrado grandes avanços ao longo do último século, a técnica mais comum hoje em dia ainda é bastante invasiva. Ela exige que se removam 80% do diâmetro da córnea do receptor e que se troquem todas as camadas do órgão. A remoção da mais profunda delas, o endotélio, é o procedimento que apresenta o maior risco de rejeição – 30% dos pacientes submetidos a um transplante perdem a nova córnea por causa disso. Foram desenvolvidas duas maneiras de evitar essas complicações. Uma delas é o transplante lamelar anterior. Trata-se do implante da córnea sem o endotélio. Essa técnica é recomendada sobretudo aos portadores da doença ceratocone. As vítimas desse mal apresentam uma deformidade na córnea que, aos poucos, leva à cegueira.
Esta técnica tem as vantagens de recuperação visual mais rápida, risco mínimo de rejeição da córnea doadora e maior tempo de sobrevida do transplante, pelo fato de preservar as células endoteliais do próprio paciente (receptor). É indicada também para outras patologias situadas na região superficial da córnea.

 

 

 

Dúvidas sobre o tratamento de ceratocone?

 

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